Uma despesa inesperada ou uma quebra de rendimento pode tornar uma prestação difícil. Isso não se resolve fingindo que o próximo mês será automaticamente melhor.
Olha para os sinais cedo
Recorrer repetidamente a outro crédito para pagar uma prestação, atrasar despesas essenciais ou não saber de onde virá o próximo pagamento são sinais para agir. O primeiro passo útil pode ser reunir contratos, valores em dívida e datas de pagamento.
Contactar a instituição antes de falhar permite explicar a dificuldade e perguntar que soluções podem existir. Em Portugal, o Banco de Portugal descreve procedimentos de prevenção e regularização de situações de incumprimento; os direitos e passos dependem da situação concreta.
Uma proposta tem de caber na vida
Alongar o prazo ou juntar créditos pode baixar a prestação imediata, mas alterar o custo total e prolongar a obrigação. Pede as novas condições por escrito e compara-as com as atuais.
Se não consegues perceber as opções ou a pressão já é grande, procura apoio independente e oficial. O objetivo é encontrar informação e ajuda adequada, não carregar tudo sozinho com mais uma folha de cálculo.
Experimenta
E nesta situação?
O André prevê que não conseguirá pagar a prestação do próximo mês. Ainda não está em atraso. Qual é uma ação útil agora?
Agora, a tua vez
Uma pergunta para levares contigo
Pensa numa pessoa que começou a ter dificuldades em pagar. Prepara uma lista para uma conversa: contrato, saldo, prestação, próxima data, mudança de rendimento e três perguntas sobre possíveis soluções.
Fonte para aprofundar: Banco de Portugal — gestão de dificuldades no pagamento ↗
