Chegar ao fim de um curso não obriga a investir. Também pode dar-te vocabulário para perceber que uma proposta ainda não está suficientemente clara.
Uma lista curta de perguntas
Para que objetivo serve este dinheiro? Quando posso precisar dele? Posso perder capital? Como e quando o posso levantar? Que custos pago? Quem está por trás do produto? O que acontece se uma hipótese otimista falhar?
Não precisas de decorar um catálogo de produtos. Precisas de conseguir explicar, com as tuas palavras, de onde pode vir o retorno e em que condições podes perder dinheiro.
Pressa é uma informação
Se alguém te pede uma decisão imediata, garante retorno ou desvaloriza perguntas sobre risco, isso é um motivo para parar e verificar. Uma boa oportunidade não fica mais compreensível porque a apresentação é confiante.
Podes pedir documentação, comparar fontes independentes e procurar informação sobre a entidade. Se não consegues obter respostas claras, «ainda não» é uma decisão completa.
Experimenta
E nesta situação?
Uma pessoa promete um retorno elevado e diz que os detalhes serão explicados depois de transferires o dinheiro. Qual o próximo passo mais prudente?
Agora, a tua vez
Uma pergunta para levares contigo
Escreve uma lista pessoal de cinco perguntas para levar a qualquer proposta de investimento. Inclui pelo menos uma sobre perda, uma sobre custos e uma sobre acesso ao dinheiro.
Fonte para aprofundar: CMVM — recomendações aos investidores ↗
